Lost – temporada 4: força total.
Buenas, minha intenção original era a de comentar cada episódio que fosse assistindo da nova temporada, já que esta seria a primeira em que estou redigindo um blog voltado para cinema e coisas afins. Mas o cotidiano é algo muito mais complexo e indomável do que se pensa, e só agora eu to chegando pra falar a respeito.
Se você não viu nenhum episódio ainda, mas tá correndo atrás, treinando e baixando os torrents segundo manda o professor, e não quer ser surpreendido por nenhuma notícia que atrapalhe as surpresas, PÁRE DE LER!
Senão, depois não me culpe, okey?
A cada temporada os caras (J. J Abrams e Damon Lindelof) engendram armadilhas narrativas supondo – e com razão – que alguém irá sentar-se com toda paciência e montar as pontas do quebra-cabeças tentando estabelecer alguma coerência na massaroca de informações que temos sobre os mistérios do seriado. Os temas já variaram entre os mistérios da fumaça negra, as escotilhas, as relações anteriores do passageiros do vôo 815. E nessa temporada a moda é viajar no tempo. Tem coelho viajando. Tem o Desmond viajando. Aliás, tem muita gente vajando e não sou só eu. Pra vcs terem uma idéia – e quem é fã já deve ter lido – dá uma sacada no texto feito pelo Alexandre Matias sobre a mais nova e corrente teoria sobre Lost de que se tem notícia.
Inclusive elevando o status da série à vanguarda de um novo modo de se fazer tv ou mesmo de se fazer (e se vender) cultura pop, em que ganha muito mais aquele que consegue atrair a atenção do espectador por desafiá-lo intelectualmente, já que sabemos há muito que fórmulas requentadas e canastrices não vendem mais o filme de ninguém. E digo mais: nunca foi tão bom gostar de cultura pop como agora. Deixe de ser purista e páre com esse apêgo aos clássicos: Embarque nessa com a gente também!
Ó, pra você não achar que eu to jogando com uma idéia totalmente vazia de significado estético-mercadológico, clica e lê esse outro texto aqui a respeito de um jornalista americano chamado Steven Johnson que estuda as consequências das mudanças nas relações com a mídia e a tecnologia trazidas pela internet na produção de cultura pop. E pra saber um pouco mais sobre ele, pesquei dois links, um aqui e outro aqui.
Mas a gente tava mesmo falando sobre Lost, não é? Bom, mas agora deixa… tem sempre muita coisa acontecendo por aí.








