21 de maio 2009 · Tags:cia brasileira de cinema barato, como fazer um curta metragem experimental cult e pseudo intelectual, julio pecly, microfilmes, o filme do filme roubado do roubo da loja de filmes, oficina, paulo silva, vitor alli
Nesta sexta embarcaremos numa outra: ajudar a construir uma oficina dos hoje chamados micro filmes, um nome mais lustroso para filmes gravados com celulares e câmeras fotográficas. Com duração curta (entre 1 e 5 minutos) eles ajudam a experimentar a linguagem, assim como a prática de elaboração de um filme (ainda que micro) em todos os seus processos. A oficina acontecerá em dois encontros: no primeiro a conversa, o brainstorm, a coleta do material bruto; no segundo: edição, montagem e confraternização (porque a socialização também é parte do processo)
Pra entender melhor o tom da oficina pense na seguinte mistura:
1) Como Fazer um Curta-Metragem Experimental, Cult e Pseudo-Intelectual
2) Manifesto da Companhia Brasileira de Cinema Barato
3) O Filme do Filme Roubado do Roubo da Loja de Filmes
Sacou?
17 de maio 2009 · Tags:5 coisas que eu amo em vc, cultura da convergência, deus-sol rá, experiência, fenômeno lost, linha do tempo, lost, lostmaníacos, monstro de fumaça, richard alpert eyeliner, suspense
Me dei conta de que Lost está chegando a última temporada e de repente toda aquela raiva por saber que esperaríamos 6 anos pra desamarrar os nós apertados pela equipe de roteiristas comandada por JJ Abrams se transformou numa tristezinha incômoda. Ainda mais agora que a trama saiu de dentro das estações Dharma pra uma espécie de templo mitológico, e na tentativa de tentar prever pelo menos os rumos de uma série de televisão, vai ser preciso ler algumas historinhas da mitologia greco-romana, os pais da narrativa ocidental, e tudo ficou ainda mais interessante.
Não faço parte da turma gigantesca que tenta encontrar coerência no super fluxo de referências que o seriado despeja a cada episódio, e me detenho a acompanhar a trama boquiaberta com a força criativa do roteiro que vem segurando uma legião de fãs. Mas há também uma pá de gente que vive indiferente ao fenômeno e eu não to aqui pra convencer ninguém do contrário. Só vim aqui pra listar as 5 coisas que mais gosto em Lost porque este último episódio me inspirou um sentimento de nostalgia pelo o que eu ainda não vi:
5. O suspense: quem é que não tá curioso pra saber como a série vai terminar e aguenta até os episódios menos inspirados só pra poder juntar as peças no final?
4. O monstro de fumaça: nada melhor do que um enigma e não um bandido (ou mocinho?) tradicional.

3.O projeto Dharma; a sombra da estátua; o pêndulo de Foucault; o misticismo; a ilha como lugar onde (pode ser que) o tempo seja controlado no mundo enquanto energia física;e todas essas referências esdrúxulas como o urso polar e o Rodrigo Santoro ter sido enterrado vivo.
2. O vai-e-vem do roteiro ou o embaralhamento da linha temporal: porque ser historiador tem desses fetiches, e o prazer de ir buscar na memória aquela cena da primeira temporada e ter que ler um texto sobre viagens no tempo ou física, não tem preço!
1. A experiência: você, amigo lostmaníaco, não se sente parte de uma espécie de experiência da indústria do entretenimento? E isso não parece superbacana?
OBS: Será que o lápis de olho do Richard tem alguma ligação com o fato dele ser um remanescente egípcio ou até o próprio deus-sol, Rá!

Pensem nisso ok beijo.