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	<description>na periferia da cinelândia</description>
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		<title>Algumas Canções</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 05:47:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tem dias que a felicidade se contenta em aparecer pequenina: semana passada fui convidada pela @maitamb a participar de uma edição do Café Cotidiano, programa que ela apresenta na Rádio Pulga.
E se tem uma coisa que as duas não resistem é uma história de amor bem contada. Nem precisa ser no cinema, tá gente! Se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem dias que a felicidade se contenta em aparecer pequenina: semana passada fui convidada pela <a href="http://twitter.com/maitamb" target="_blank">@maitamb</a> a participar de uma edição do <a href="http://cafecotidiano.wordpress.com/" target="_blank">Café Cotidiano</a>, programa que ela apresenta na <a href="http://pulga.radiolivre.org/" target="_blank">Rádio Pulga</a>.</p>
<p>E se tem uma coisa que as duas não resistem é uma história de amor bem contada. Nem precisa ser no cinema, tá gente! Se você tem uma história de amor linda-incrível, me convida prum café e me conta. Prometo ser a melhor ouvinte ever.</p>
<p>Então que o tema do programa já estava escolhido de prima: um top 10 das canções de amor em filmes que a gente mais gosta. Como questões técnicas que ultrapassam nossas inteligências vem impedindo que o programa seja transmitido online, abaixo segue um preview do que vai rolar quarta à noite:</p>
<p>10. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=5P4l0pblgLI" target="_blank">Helena Ignez cantando Roberto Carlos em A Mulher de Todos</a>: . Tudo bem,  essa vai entrar no programa como vinheta. Afinal, Ângela Carne e Osso estará sempre ocupada demais organizando o movimento, portanto, sem tempo pra um musical, tipo, completo.</p>
<p>9. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=vBNn38ZNUXI" target="_blank">Anna Karina, Jamais je ne t&#8217;ai dit que je t&#8217;aimerai toujour em Pierrot Le Fou<br />
</a>Porque Anna também é cantora e poderia estar aqui em vários postos desse top 10. E porque, numa posição diferente de Helena/Ângela, ela é a fada criadora de gente como Amélie Poulain e todos os outros seres transgressoramente fofos, que hoje se transmutaram em meninas de 16 anos que passam o dia postando no tumblr.</p>
<p>8. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ajuITcvjyPE" target="_blank">Ewan McGregor e Nicole Kidman e o medley de Moulin Rouge</a> Porque eles passeiam por vários hits, de U2 a uma vesão de Heroes do Bowie e Baz Luhrmann dirige isso muito bem.</p>
<p>7. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=foqgaD6-ERI" target="_blank">Be Italian, Fergie em Nine</a>: Essa pode não ser bem uma música de amor, mas impele os caras à conquista, o que é o primeiro passo pra coisa toda acontecer. Fora que de todas as cenas de Nine, essa foi uma das poucas que  lembraram Fellini.</p>
<p>6. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=nBDbUVXXp-U" target="_blank">Anyone Else But You, Michael Cera e Ellen Page em Juno</a> Porque os indies pedantes amam e também compõem músicas estúpidas e fofas pra demonstrar isso.</p>
<p>5. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=VC_QUvpvGw0" target="_blank">A filha do pirata em Conto de Verão</a> Ainda não vi melhor tradução do verão e da juventude: garoto vai à praia pensando em compor uma balada ao estilo pirata e no caminho encontra 3 garotas.</p>
<p>4. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=k3qgrSon4To&amp;NR=1" target="_blank">What Ever Happened, Strokes em Maria Antonieta </a>Porque eu não esperava que ela saísse correndo do tédio e os acordes iniciais de What Ever Happened corressem atrás dela.</p>
<p>3. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=qj9G6Qlr47s" target="_blank">Diana, Tudo que eu tenho em O Céu de Suely</a> Porque essa aqui é de uma bacanice tripla: o texto inicial do filme dito por Hermila Guedes sobre a mulher que engravida num domingo, sob um lençol azul, é a tradução de um esquema sentimental e brega que combina exatamente com Diana soltando a voz em seguida. E ainda tem uma menção à letra de Esotérico, do Gil, sobre amar e morrer afogado, que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=JLt8du_5jb4" target="_blank">rendeu até um link bônus</a>.</p>
<p>2. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=lWN3_kO_6bA " target="_blank">Station to Station, David Bowie em Christiane F:</a> Porque Christiane amava Detlef que amava heroína. E porque Bowie na sua fase Berlim descreveu esse amor de um jeito tão particular, crescente e dançante que é exatamente como deveria ser.</p>
<p>1. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=obuV1KrvEYo" target="_blank">A waltz, Julie Delpy em Antes do Pôr-do-Sol </a>Pra quem já tinha se apaixonado antes pela Celine esse aqui é o tiro de misericórdia. E porque eu e a Ander já ouvimos essa música juntas umas tantas vezes.</p>
<p>Buenas, aceitamos sugestões pra programas futuros e pra quem mora no Centro do Rio é só sintonizar 105,3 FM toda quarta às 19h.</p>
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		<title>a dura vida de cinéfilo</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 02:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ultimamente o ccbb tem sido um dos poucos lugares nos quais tenho batido cartão por conta das mostras bacanas que  vem acontecendo por lá. ozu, meyer e agora faroeste italiano.
ainda considero o cinepasse uma idéia bacana. por um preço único e camarada vocẽ passa um mês credenciado pra assistir as mostras que rolem por lá. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ultimamente o ccbb tem sido um dos poucos lugares nos quais tenho batido cartão por conta das mostras bacanas que  vem acontecendo por lá. ozu, meyer e agora <a href="http://www.cineplayers.com/noticia.php?id=5487" target="_blank">faroeste italiano</a>.</p>
<p>ainda considero o cinepasse uma idéia bacana. por um preço único e camarada vocẽ passa um mês credenciado pra assistir as mostras que rolem por lá. acontece que o esquema de distribuição das senhas é daqueles que te forçam a passar uns mínimos 40 minutos numa fila, pra depois formar uma nova fila que aí sim te dará o direito a entrar na sala e escolher (ou não) teu lugar.</p>
<p>chegar em cima da hora ou atrasado, nem pensar.</p>
<p>eu perdi um filme do russ meyer por isso, mas a mostra estava acontecendo na menor sala do centro, e as senhas acabariam rápido mesmo, com ou sem meu atraso.</p>
<p>mas hoje antes da exibição de &#8220;era uma vez no oeste&#8221; foi uma luta, literalmente. talvez eu estivesse sugestionada pela aura de duelo que os bang-bangs exalam, mas foi estranho ver gente conhecida correndo pra te utrapassar na entrada, ou ainda fazendo cara de mau pra deixar claro que o lugar vago ao lado não era pro teu bico.</p>
<p>enfim, são situações que te põe num dilema bruto: baixar e assistir em casa ou continuar sendo &#8216;romântica&#8217; e querendo assistir alguns clássicos em película? eis a questão!</p>
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		<title>a mulher de todos e seu homem*</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 02:27:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[azougue editorial]]></category>
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		<category><![CDATA[rogério sganzerla]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Tarso &#8211; Você não tem certo domínio sobre o Rogério?
Helena &#8211; Domínio nessas coisas que eu acho maravilhosas. A roupa, o cabelo, a paginação total. Isso é uma graça enorme pra mim e pra ele. Acho maravilhoso o Rogério perguntar no restaurante: &#8216;o que que eu vou comer?&#8217; Isso é maravilhoso, porque é ele que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Tarso &#8211; Você não tem certo domínio sobre o Rogério?</p>
<p>Helena &#8211; Domínio nessas coisas que eu acho maravilhosas. A roupa, o cabelo, a paginação total. Isso é uma graça enorme pra mim e pra ele. Acho maravilhoso o Rogério perguntar no restaurante: &#8216;o que que eu vou comer?&#8217; Isso é maravilhoso, porque é ele que está dizendo isso. É um cara que rompeu com todos os esquemas que eu conheço e me pergunta o que vai comer. Pergunta à mulher amada o que vai comer. Eu acho fantástico ele perguntar: &#8216;Helena, que camisa eu vou botar?&#8217; &#8216;Eu quero comer carne ou peixe?&#8217; Essa dependência total que Rogério tem de mim é absolutamente maravilhosa. Porque é radical e total.&#8221;</p>
<p><strong><em>*Rogério Sganzerla, Coleção Encontros. Azougue Editorial.</em></strong></p>
<p>Minhas esperanças de visitar a <a href="http://www.itaucultural.org.br/index.cfm?cd_pagina=2841&amp;cd_materia=1340" target="_blank">Ocupação Sganzerla</a> se acabaram junto com meu salário e com o fim da exposição no último final de semana. Em compensação o universo me deu de presente a última cópia que o pessoal da editora Azougue tinha de Por um cinema sem limite. Pra esbanjar, ainda pus no pacote esse livro com várias entrevistas que leva o nome do diretor, de onde pesquei essa maravilha de fala da Helena Ignez, que me fez pensar em como é bom poder delegar essas pequenas coisas a quem realmente se interesse por cuidar delas pra nós, na mesma medida em que é bacana cuidar delas pra alguém.</p>
<p>O dia hoje foi bom também porque adotei um exemplar esquecido da <a href="http://www.filmecultura.com.br/?page_id=13#" target="_blank">Filme Cultura 50</a>, o número que inaugura a retomada da revista.</p>
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		<title>Medo e delírio, post 1</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 23:09:48 +0000</pubDate>
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&#8220;Lembranças estranhas nesta noite nervosa em Las Vegas. Cinco anos depois? Seis? Parece uma vida inteira, ou no mínimo uma Grande Era &#8211; o tipo de auge que nunca mais volta. San Francisco na metade dos anos 60 era um lugar muito especial para estar, em um tempo muito especial pra viver. Talvez tenha significado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cineorly.info/wp-content/uploads/2010/06/hst.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-903" title="hst" src="http://cineorly.info/wp-content/uploads/2010/06/hst-300x227.jpg" alt="" width="270" height="204" /></a></p>
<p>&#8220;Lembranças estranhas nesta noite nervosa em Las Vegas. Cinco anos depois? Seis? Parece uma vida inteira, ou no mínimo uma Grande Era &#8211; o tipo de auge que nunca mais volta. San Francisco na metade dos anos 60 era um lugar muito especial para estar, em um tempo muito especial pra viver. Talvez tenha significado algo. Talvez não, no fim das contas&#8230; mas nenhuma explicação, nenhuma combinação de palavras, músicas ou lembranças é comparável à sensação de saber que você esteve lá, que viveu naquela parte do mundo durante aquele momento. Seja lá o que isso tenha significado.&#8221;</p>
<p>Esse trecho parece tão redondinho que talvez merecesse um post só dele, mas logo abaixo Hunter diz alguma coisa sobre história e gerações que eu não vou resistir em copiar aqui:</p>
<p>&#8220;História é um assunto nebuloso, por todas as merdas que acabam incluídas mais tarde. Mas, mesmo sem podermos ter nenhuma certeza sobre a &#8216;história&#8217;, parece bastante sensato imaginar que, vez ou outra, a energia de uma geração inteira atinge seu ápice num instante magnífico e duradouro, por motivos que na época ninguém compreende por inteiro &#8211; e que, em retrospecto, nunca explicam o que realmente aconteceu. [...] Todos compartilhavam uma sensação fantástica de que estávamos fazendo algo correto mesmo sem saber o que era&#8230; sentíamos que estávamos vencendo&#8230;</p>
<p>E acho que essa foi a armadilha &#8211; essa sensação de vitória inevitável sobre as forças do Antigo e do Maligno. Não num sentido cruel ou militar; não precisávamos disso. Nossa energia simplesmente prevaleceria. Lutar não fazia sentido &#8211; tanto do nosso lado como no deles. Aquela era a nossa hora; estávamos na crista de uma onda imensa e linda&#8230;&#8221;</p>
<p>Não sei, mas esse último trecho parece tão atual &#8211; pelo menos daqui, da minha imersão pessoal em determinadas leituras e discussões &#8211; que era preciso deixar isso aqui, como um lembrete.</p>
<p><em>Medo e delírio em Las Vegas &#8211; uma jornada selvagem ao coração do Sonho Americano. Hunter S. Thompson.</em></p>
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		<title>Figurinos vitorianos</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 22:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Sandy Powell teve razão em pôr aquela banca toda ao receber o Oscar de Melhor Figurino por The Young Victoria, e a idéia das fotos acima é me poupar de explicar isso com palavras.
Mas o que realmente prendia minha atenção a cada vez que surgia na tela era o cabelo do sereníssimo príncipe Albert, interpretado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cineorly.info/wp-content/uploads/2010/06/the_young_victoria07.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-890" title="the_young_victoria07" src="http://cineorly.info/wp-content/uploads/2010/06/the_young_victoria07-300x199.jpg" alt="" width="270" height="179" /></a></p>
<p><a href="http://cineorly.info/wp-content/uploads/2010/06/the_young_victoria01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-891" title="the_young_victoria01" src="http://cineorly.info/wp-content/uploads/2010/06/the_young_victoria01-300x190.jpg" alt="" width="270" height="171" /></a></p>
<p><a href="http://cineorly.info/wp-content/uploads/2010/06/the-young-victoria.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-892" title="the-young-victoria" src="http://cineorly.info/wp-content/uploads/2010/06/the-young-victoria-300x225.jpg" alt="" width="270" height="203" /></a></p>
<p><a href="http://cineorly.info/wp-content/uploads/2010/06/emily-blunt-and-rupert-friend-the-young-victoria-21.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-893" title="emily-blunt-and-rupert-friend-the-young-victoria-21" src="http://cineorly.info/wp-content/uploads/2010/06/emily-blunt-and-rupert-friend-the-young-victoria-21-251x300.jpg" alt="" width="251" height="300" /></a></p>
<p><a title="Powell recebendo o Oscar/2010" href="http://ishare.rediff.com/video/others/the-oscar-for-the-best-costume-design-the-young-victoria-sandy-powell-/1287848" target="_blank">Sandy Powell teve razão em pôr aquela banca toda ao receber o Oscar de Melhor Figurino por The Young Victoria</a>, e a idéia das fotos acima é me poupar de explicar isso com palavras.</p>
<p>Mas o que realmente prendia minha atenção a cada vez que surgia na tela era o cabelo do sereníssimo príncipe Albert, interpretado por <a href="http://www.imdb.com/name/nm1670029/" target="_blank">Rupert Friend</a>:</p>
<p><a href="http://cineorly.info/wp-content/uploads/2010/06/rupert_friend_cabelo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-889" title="rupert_friend_cabelo" src="http://cineorly.info/wp-content/uploads/2010/06/rupert_friend_cabelo-300x168.jpg" alt="" width="270" height="151" /></a></p>
<p>Pelo garbo e a elegância, meninos, mirem-se no exemplo destes homens vitorianos!</p>
<p>UPDATE</p>
<p>Agora todos os posts tem updates, mas é culpa da pressa. Neste caso, faltou dizer que o príncipe Alfred ainda aprendeu a dançar valsa só pra acompanhar a Vitória nos salões da realeza. Garota de sorte! Conseguiu aquilo que todas nós queremos: um cara que dance e use um penteado cheio de bossa.</p>
<p><a href="http://www.cineplayers.com/critica.php?id=1956" target="_blank">Aqui</a> dá pra ler um texto que escrevi pro Cine Players sobre A Jovem Rainha Victoria.</p>
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