21 de dezembro 2009 · Tags:a assassina vingativa, a fronteira da alvorada, aconteceu em woodstock, acossado, adventureland, amantes, ang lee, bastardos inglórios, brega s/a, cinema barato, deixa ela entrar, distante nós vamos, distrito 9, entre os muros da escola, eu te amo cara, frost/nixon, greg mottola, gustavo godinho, james gray, jean-luc godard, john hamburg, jonathan demme, laurent cantet, leona, não case, neill blomkamp, nicholas jasenovec, o casamento de rachel, paper heart, philippe garrel, quentin tarantino, ron howard, sam mendes, se beber, todd phillips, tomas alfredson, vladimir cunha
1.Entre Os Muros da Escola/ Laurent Cantet
2. A Fronteira da Alvorada/ Philippe Garrel
3. Amantes/ James Gray
4. Bastardos Inglórios/ Quentin Tarantino
5. Frost/Nixon/ Ron Howard
6. Distante Nós Vamos/ Sam Mendes
7. O Casamento de Rachel/ Jonathan Demme
8. Aconteceu em Woodstock/ Ang Lee
9. Deixe Ela Entrar/ Tomas Alfredson
10. Se beber, não case/ Todd Phillips
Menção honrosa: Acossado/ Jean-Luc Godard
Prêmio Minha Vila Filmo Eu: Brega S/A/ Vladimir Cunha e Gustavo Godinho
Prêmio Medo de Ouro: Distrito 9/ Neill Blomkamp
Prêmio Lencinho de Ouro: Eu Te Amo, Cara/ John Hamburg
Prêmio Melhor Sessão da Tarde Ever: Adventureland/ Greg Mottola
Prêmio Vibe Indie: Paper Heart/ Nicholas Jasenovec
Prẽmio Cinema Barato: A Saga Leona:
1. Leona, a assassina vingativa
2. Leona, a assassina vingativa 2
3. Leona e a Aliança do Mal
Com licença que eu vou pegar meu taxi e ir pra Paris AGORA!
bjonãomeliguem!
10 de agosto 2009 · Tags:a assassina vingativa, aleijada hipócrita, bêbado gonzo, cinema barato, leona, michel gondry, o protocolo de rebobine por favor, protocolo gondry, rebobine por favor - a exposição
Finalmente é hora de tirar a exposição Rebobine, Por Favor do quadro ali ao lado que indica o filme da semana. A exposição acabou e com isso prometo tirar o Gondry dos temas recorrentes desse blog. Mas antes, terminemos o raciocínio sobre a interessância do protocolo criado por ele e usado como ferramenta na exposição.
Me inscrevi no workshop pra vivenciar o processo e agora, passadas muitas semanas da experiência, deu pra sacar que as regras funcionam como um tratamento de choque: você está naquela sala com mais 12 pessoas estranhas e tem uma hora cronometrada pra seguir os procedimentos de criação. Depois, mais uma hora pra fazer as idéias acontecerem. E as coisas acontecem mesmo de supetão, as idéias vão se misturando ao mesmo tempo em que vão sendo moldadas pra parecerem uma narrativa. De repente já estamos com a câmera na mão, as coisas dando erradas e a capacidade de improsivo (e paciência com o próximo) sendo testada. Quando menos se espera, já estamos na sala de exibição vendo o filme, rindo dos erros e gostando dos acertos, relembrando a experiência vivida há 5 minutos.
Tão curta quanto o parágrafo acima é essa vivência cinematográfica proposta por Gondry que a mim serviu pra pensar que fazer cinema é fácil e divertido. E sim, este blog considera que mesmo estes “filmetes” despretensiosos sejam cinema. Tudo bem se você disser que é outro cinema e não aquele com o qual a indústria cultural nos alimentou e nos engordou a ponto de sermos intolerantes com essa mudança que as câmeras digitais e o youtube trouxeram – e aliás, as redes sociais em geral -, e com o fato de que as classes C e D estejam usando seus crediários nas Casas Bahia pra comprar computadores em 12 parcelas e, pasmem!, estejam aprendendo a se divertir com eles.
Ontem conheci Leona, A Assassina Vingativa (se você não conhece Leona, clique aqui: parte um e dois) e complementando o que disse o Bêbado Gonzo sobre o caso, dá pra perceber que a saga de Leona foi livremente inspirada nas aguardadas brigas entre as protagonistas de novelas das oito, sem nenhum compromisso com a realidade,e muita criatividade. Dá pra perceber a evolução e vontade dos caras através das pequenas mudanças na “direção de arte” do primeiro pro segundo episódio e a equipe deu até entrevista prum jornal, sabia?
Você, amigo cinéfilo, pode dizer que eu to inventando e que esqueci meu cérebro em algum lugar fora da cabeça, mas se teve paciência pra chegar nesse parágrafo vai acompanhar meu raciocínio seguindo daqui pra uma pergunta interessante: será que a popularização da internet servirá pra que as pessoas das classes mais baixas possam realizar produtos culturais que falem delas para elas mesmas? É, porque sem querer esculhambar com o cinema assim, âmbito geral, existem muitas pessoas que não se vêem representadas nas telonas. Gente real, que assiste TV, compra computadores em parcelas, e gosta de cinema também.
Quem quiser dar uma olhada nos quadros usados como referência no workshop de Rebobine, Por Favor, clica aqui pra se inspirar e chamar os amigos pra fazer um filminho no próximo finde.
http://www.youtube.com/watch?v=ACXFHGanR7w&