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	<title>cineorly &#187; cate blanchet</title>
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	<description>na periferia da cinelândia</description>
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		<title>Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal</title>
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		<pubDate>Sun, 25 May 2008 21:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O retorno do personagem-ícone interpretado por Harrison Ford é tão legítimo naquilo que diz respeito a sua própria mitologia que é como nunca ter saído da década de 1980, ou como se não tivessem transcorrido 19 anos desde a Última Cruzada.
Para aqueles que gostam dos filmes da série e de seu personagem, vale muito! Àqueles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O retorno do personagem-ícone interpretado por Harrison Ford é tão legítimo naquilo que diz respeito a sua própria mitologia que é como nunca ter saído da década de 1980, ou como se não tivessem transcorrido 19 anos desde a Última Cruzada.</p>
<p>Para aqueles que gostam dos filmes da série e de seu personagem, vale muito! Àqueles que estão habituados às aventuras dos heróis dos anos 2000, é possível que se confunda uma atitude old-school da dupla Spielberg-Lucas com algo velho/ultrapassado.</p>
<p>Clique na imagem para ler a crítica completa:</p>
<p><a href="http://www.cineplayers.com/critica.php?id=1319" target="_blank"><img class="alignleft size-medium wp-image-117" src="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/05/indiana_cartaz.jpg?w=202" alt="" width="202" height="300" /></a></p>
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		<title>Estréia: Não Estou Lá</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 12:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Não costumo chamar atenção para as estréias da semana, mas esse é um caso especial. Não Estou Lá é o filme mais recente de Todd Haynes (Save e Velvet Goldmine) e isso já inspira a curiosidade de ver o inusitado de seu cinema que considero um dos mais instigantes &#8211; principalmente com relação à estética [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/imnotthereii.jpg" title="Não Estou Lá"><img src="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/imnotthereii.jpg" alt="Não Estou Lá" /></a></p>
<p><a href="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/im_not_there_ver4.jpg" title="christian bale é bob dylan"><img src="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/im_not_there_ver4.jpg" alt="christian bale é bob dylan" /></a></p>
<p><a href="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/poster.jpg" title="richard gere pe bob dylan"><img src="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/poster.jpg" alt="richard gere pe bob dylan" /></a></p>
<p>Não costumo chamar atenção para as estréias da semana, mas esse é um caso especial. <b>Não Estou Lá</b> é o filme mais recente de Todd Haynes (Save e Velvet Goldmine) e isso já inspira a curiosidade de ver o inusitado de seu cinema que considero um dos mais instigantes &#8211; principalmente com relação à estética &#8211; da atualidade.</p>
<p><a href="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/imnotthere2.jpg" title="imnotthere2.jpg"><img src="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/imnotthere2.jpg" alt="imnotthere2.jpg" /></a></p>
<p>Lembrando que por este filme Cate Blanchet concoreu ao Oscar 08 de atriz coadjuvante por sua atuação como o músico Bob Dylan (aliás, indicação muito bem indicada)  e dentre os 6 atores utilizados neste projeto para interpretar o multifacetado cantor essa também é uma oportunidade de assistir a um dos últimos trabalhos de <a href="http://cineorly.wordpress.com/2008/01/23/adeus-ennis-del-mar/" target="_blank">Heath Ledger</a>, morto em janeiro deste ano.</p>
<p>Vale pela criatividade, pela estética, pelas interpretações, pela trilha sonora&#8230; Vale tanto que foi incluída na lista de melhores filmes vistos em 2007 aqui pelo Cine Orly e foi uma das primeiras críticas postadas aqui.</p>
<p>Se quiser ler a crítica de <b>Não Estou Lá</b>, clique na figura abaixo e divirta-se.</p>
<p><a href="http://cineorly.wordpress.com/2007/11/28/i%e2%80%99m-not-there-2007/" target="_blank" title="imnotthere poster"><img src="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/i-m-not-there-poster-0.jpg" alt="imnotthere poster" /></a></p>
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		<title>Elizabeth: The Golden Age, 2007</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 17:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[críticas]]></category>
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		<category><![CDATA[oscar 08]]></category>
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		<description><![CDATA[A força de uma Elizabeth I em forma de Cate Blanchet, ou o contrário?
A partir do olhar de Shekhar Kapur temos montado o quebra &#8211; cabeças da vida de Elizabeth I, Rainha da Inglaterra. De início, em seus primeiros anos de reinado e a vivacidade da juventude em Elizabeth (1998). E agora, em Elizabeth: A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><i>A força de uma Elizabeth I em forma de Cate Blanchet, ou o contrário?</i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A partir do olhar de Shekhar Kapur temos montado o quebra &#8211; cabeças da vida de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Elizabeth_I_de_Inglaterra">Elizabeth I, Rainha da Inglaterra</a>. De início, em seus primeiros anos de reinado e a vivacidade da juventude em<a href="http://www.imdb.com/title/tt0127536/"> <b>Elizabeth</b></a> (1998). E agora, em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0414055/"><b>Elizabeth: A Era de Ouro</b></a>, vemos a rainha confirmando a abdicação de sua vida pessoal em detrimento do comando de seu país, lutando contra várias questões de uma única tacada: As críticas quanto à falta de um herdeiro vindo dela; a negação de mais um amor; intrigas que pretendem destituí-la de seu trono e o ataque armado que a Espanha promove contra a Inglaterra, em nome de diferenças religiosas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Muito pano para mangas deve ter rendido um ritmo interessante à ação do filme, certo? Nem tão certo assim. Em meio a essa possibilidade de tramas, a dupla de roteiristas (William Nicholson e Michael Hirst) concentrou o foco das atenções nas questões de ordem pessoal da personagem, o que deve ser realmente irresistível tendo ela sido considerada por anos como filha ilegítima de seu pai, Henrique VIII, e tendo assumido um trono de tal porte sob uma grande conturbação política e também religiosa, e ainda assim tendo gravado seu nome na história como aquela que adjetivou uma era – a elizabetana – onde as artes floresceram a ponto de darem luz a um nome como William Shakespeare. Mas a que preço construiu-se essa figura?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Essa é a linha que une os dois filmes de Kapur: encontrar a humanidade na figura pétrea de uma rainha que tantos conhecem de longe e poucos realmente puderam ver de perto. Tanto que neste segundo filme são vários os momentos em que a câmera se posiciona por detrás de objetos e colunas, como se esgueirando para poder conhecer a verdade atrás das deslumbrantes roupas e perucas da Rainha Virgem. Apesar das boas intenções desta solução – que demonstra a delicadeza com que se quer mostrar o lado pessoal da personagem -, sem exageros ou por causa deles, é possível ficar tonto dentro da sala escura. Principalmente aos que, como eu, possuem astigmatismo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Apesar da fragilidade do argumento acima, é preciso deixar claro que mesmo com todas as boas intenções e os clichês irresistíveis, o filme demonstra falhas tão contundentes quanto o talento de Cate Blanchet, que muito acertadamente conseguiu ser ‘pescada’ de dentro deste caldeirão para ganhar sua segunda indicação ao Oscar de Melhor Atriz pela interpretação de uma mesma personagem, o que é no mínimo curioso.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Clichês irresistíveis? Pode ser. Afinal de contas somos cúmplices do primeiro beijo de Elizabeth e essas coisas são clichês e são irresistíveis na vida de qualquer um. Mas fazer uma tomada onde, depois de uma batalha entre navios espanhóis e ingleses, vemos um crucifixo afundar no mar como metáfora para a derrota do catolicismo, é duro de engolir.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Um espaço para a sinopse: Em 1585 a Espanha desponta como o mais poderoso país europeu e promove guerras políticas sob o falso motivo de incompatibilidade religiosa a todos os países não-católicos do continente, e a Inglaterra governada por Elizabeth I é o único país a se opor a isso, conservando-se protestante e tolerando a existência de católicos em seu território. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mary_Stuart">Mary Stuart</a> (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0608090/">Samantha Morton</a>), rainha da Escócia, estabelece uma aliança com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Felipe_II">Felipe II</a>, rei da Espanha (Jordi Mollá) para destituir Elizabeth do poder. <span> </span>Em meio a isso, a rainha inglesa vê-se obrigada a deixar-se cortejar por uma série de nobres pretendentes, posto que seu trono mantém-se sempre ameaçado devido a falta de sucessores. Mas quem toca seu coração é o conhecido aventureiro inglês <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Walter_Raleigh">Sir Walter Raleigh</a> (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0654110/">Clive Owen</a>). Em troca da constante permanência de Raleigh na corte, a Rainha Virgem passa a incentivar sua ama mais querida, Elizabeth como ela (Abbie Cornish), a aproximar-se do aventureiro, e passa a viver através da ama esse romance proibido.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O que também deixa a desejar nesta película é a abordagem da guerra, que juntamente com o romance mal vivido entre a Rainha e Raleigh são os focos principais da trama, um momento pelo qual se aguarda. E quando chega é um episódio contado aos solavancos e sem o impacto que deveria ter. Bem como a trama da traição de Mary Stuart e da oposição que vemos sendo montada por alguns populares ao governo da Rainha, que de tão sutilmente demonstradas, acabam nos deixando sem entender bem os meandros da questão.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Aplausos existem também, principalmente à interpretação de Blanchet, seja pela impostação de sua voz nos momentos em que, sendo rainha, a própria rainha mais parecia uma atriz interpretando um papel que conhecia bem, como a própria Cate em sua interpretação, parecia com uma rainha que ela mesma conheceu muito bem. Vale ressaltar também a presença sempre forte de Samantha Morton, antagonista à altura de qualquer interpretação ou reinado. Pena que tão pouco explorada dentro da trama.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">No mais, é fato e precisa ser dito: mais um filme de temas palacianos e de guerras clássicas, sem nada a acrescentar aos seus pares do gênero, à exceção dela, a rainha <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000949/">Cate Blanchet.</a></p>
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