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na periferia da cinelândia

Leonera + Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada

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“Desde aquelas primeiras e ensangüentadas cenas de Leonera e a respectiva ida de Julia (Martina Gusman) à cadeia não é possível prever o que se transformará no gancho para a virada da então apática personagem. É só quando passa pela revista antes de ser encarcerada de vez que descobrimos a gravidez da protagonista. E se em Família Rodante Pablo Trapero trata da sufocante convivência de uma numerosa família em uma viagem de trailer, aqui ele investiga outra possibilidade de constituição e existência familiar: mãe e filho aprendendo a se relacionar com o mundo através das grades da prisão.[...]“

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“[...]a trilha sonora original composta pelo músico norueguês Sondre Lerche, que não só demonstra sintonia temática com os conflitos da trama (como na música To Be Surprised, tema e mensagem final do personagem de Dan) como molda a sensibilidade que permeia o filme e faz dele algo melhor do que se poderia esperar.”

Hoje, um ano.

Amigos, depois de muita concentração de energia a respeito de uma prova, o grande dia já passou e agora é esperar pela nota. Isso explica o sumiço, mas ainda diz muito pouco sobre o que se passa por aqui.

Legal mesmo – e foi pra isso que eu loguei no wordpress à uma da manhã – foi que hoje começou o Festival do Rio pra mim. As primeiras cabines foram a produção germano-húngara Delta, que conta a história de uma comunidade que não curte a idéia de um incesto; o outro foi o novo do Guy Ritchie,
Rock’n'Rolla, que além de começar a ficar interessante só lá pela metade, não atualiza em nada a filmografia do cara; o terceiro foi 14 Kilómetros sobre o qual eu realmente não saberia o que comentar; e por fim, pra nos acordar, a sessão madrugueira foi Casa Negra, um filme coreano que ainda não me fez entender se era propositalmente trash ou inocentemente clichê, mas que nos divertiu litroz: gargalhadas garantidas e meu filme predileto do dia.

Mas hoje é um dia especial também porque há um ano foi a minha estréia nessa vida de cabines e críticas: era Festival do Rio também e minha primeira cabine foi a do filme People – Histórias de Nova Yorque lá no Odeon. Foi o dia de realizar um sonho que sinceramente eu já tinha riscado da lista.

Pra matar a curiosidade, eis aqui a crítica de People, meu primeiro texto por essas paragens cinematográficas, e que gerou até citação do meu nome em capa de dvd por causa da frase inicial, espertamente utilizada fora do contexto.

E pra quem quiser acompanhar o que eu e o Andy – guru e amigo querido – estamos fazendo aí por esse festival, é só seguir a trilha da gente aqui, aqui e aqui.

E pra me seguir, é só seguir a linha da Maga ———–>

A gente se encontra por aí!

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