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	<title>cineorly &#187; heath ledger</title>
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	<description>na periferia da cinelândia</description>
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		<title>Estréia: Não Estou Lá</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 12:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Não costumo chamar atenção para as estréias da semana, mas esse é um caso especial. Não Estou Lá é o filme mais recente de Todd Haynes (Save e Velvet Goldmine) e isso já inspira a curiosidade de ver o inusitado de seu cinema que considero um dos mais instigantes &#8211; principalmente com relação à estética [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/imnotthereii.jpg" title="Não Estou Lá"><img src="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/imnotthereii.jpg" alt="Não Estou Lá" /></a></p>
<p><a href="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/im_not_there_ver4.jpg" title="christian bale é bob dylan"><img src="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/im_not_there_ver4.jpg" alt="christian bale é bob dylan" /></a></p>
<p><a href="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/poster.jpg" title="richard gere pe bob dylan"><img src="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/poster.jpg" alt="richard gere pe bob dylan" /></a></p>
<p>Não costumo chamar atenção para as estréias da semana, mas esse é um caso especial. <b>Não Estou Lá</b> é o filme mais recente de Todd Haynes (Save e Velvet Goldmine) e isso já inspira a curiosidade de ver o inusitado de seu cinema que considero um dos mais instigantes &#8211; principalmente com relação à estética &#8211; da atualidade.</p>
<p><a href="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/imnotthere2.jpg" title="imnotthere2.jpg"><img src="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/imnotthere2.jpg" alt="imnotthere2.jpg" /></a></p>
<p>Lembrando que por este filme Cate Blanchet concoreu ao Oscar 08 de atriz coadjuvante por sua atuação como o músico Bob Dylan (aliás, indicação muito bem indicada)  e dentre os 6 atores utilizados neste projeto para interpretar o multifacetado cantor essa também é uma oportunidade de assistir a um dos últimos trabalhos de <a href="http://cineorly.wordpress.com/2008/01/23/adeus-ennis-del-mar/" target="_blank">Heath Ledger</a>, morto em janeiro deste ano.</p>
<p>Vale pela criatividade, pela estética, pelas interpretações, pela trilha sonora&#8230; Vale tanto que foi incluída na lista de melhores filmes vistos em 2007 aqui pelo Cine Orly e foi uma das primeiras críticas postadas aqui.</p>
<p>Se quiser ler a crítica de <b>Não Estou Lá</b>, clique na figura abaixo e divirta-se.</p>
<p><a href="http://cineorly.wordpress.com/2007/11/28/i%e2%80%99m-not-there-2007/" target="_blank" title="imnotthere poster"><img src="http://cineorly.files.wordpress.com/2008/03/i-m-not-there-poster-0.jpg" alt="imnotthere poster" /></a></p>
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		<title>Adeus, Ennis Del Mar!</title>
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		<comments>http://cineorly.info/2008/01/adeus-ennis-del-mar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 13:24:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[críticas]]></category>
		<category><![CDATA[9 out of 10 movie stars make me cry]]></category>
		<category><![CDATA[adeus]]></category>
		<category><![CDATA[ennis del mar]]></category>
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		<description><![CDATA[naquele dia, fazia muito tempo que eu não chorava assistindo a um filme. e eu tava ali com um bolo na garganta, esperando o final do filme pra esquecer que queria chorar. daí vem esse rapaz chamado Heath Ledger e na última cena de Brokeback Mountain&#8230; é, tive que chorar.
ontem Ledger foi encontrado morto em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>naquele dia, fazia muito tempo que eu não chorava assistindo a um filme. e eu tava ali com um bolo na garganta, esperando o final do filme pra esquecer que queria chorar. daí vem esse rapaz chamado <a href="http://cache.defamer.com/assets/resources/2007/10/ennis-sequel.jpg">Heath Ledger e na última cena de Brokeback Mountain</a>&#8230; é, tive que chorar.</p>
<p>ontem <a href="http://tsf.sapo.pt/online/ocios/interior.asp?id_artigo=TSF187543">Ledger foi encontrado morto</a> em seu apê no Soho. não vou especular sobre os motivos nem sobre os possíveis porquês. mas vale deixar dito que muitos papéis em Hollywood ficarão sem um bom intérprete e que na singeleza da minha vidinha comum jamais esquecerei de Ennis e nem de Heath.</p>
<p>see you in another life, brother!</p>
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		<title>Não Estou Lá (I’m Not There, 2007)</title>
		<link>http://cineorly.info/2007/11/i%e2%80%99m-not-there-2007/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2007 14:13:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[críticas]]></category>
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		<category><![CDATA[festival do rio 07]]></category>
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		<category><![CDATA[tood haynes]]></category>

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		<description><![CDATA[“I’m not a folk singer”: Seis rostos para compôr o retrato de uma vida inteira.
Todd Haynes me inspira duas certezas: (1). Ele adora a Juliene Moore. (2). E gosta de contar histórias sobre personalidades em constante mutação.  Por isso, seguindo a linha começada por Velvet Goldmine (em que Haynes traça, a sua maneira, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><i>“<strike>I’m not a folk singer</strike>”: Seis rostos para compôr o retrato de uma vida inteira.</i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><i>Todd Haynes</i> me inspira duas certezas: (1). Ele adora a <i>Juliene Moore</i>. (2). E gosta de contar histórias sobre personalidades em constante mutação.<span>  </span>Por isso, seguindo a linha começada por <i>Velvet Goldmine</i> (em que Haynes traça, a sua maneira, uma cinebiografia do camaleão Bowie), ele traz agora sua versão sobre <i>Bob Dylan</i>, cuja vida é tão multifacetada quanto a de qualquer bom ícone da música pop.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">E são as incertezas e transformações, que pendulam entre sucesso e ocaso, que fazem da vida de<i> Dylan</i> um mote interessante. E <i>Haynes</i> capturou a essência disso diretamente das letras e das declarações dele em entrevistas. De autoditada (aos 10 anos Bob Dylan já compunha e tocava violão e piano por conta própria); passando por sua fase de cantor folk de sucesso (cujas canções foram classificadas como hinos de protesto contra um sistema de acumulação e desrespeito à humanidade); em seu estrelato como rockstar, em turnês de centenas de shows, <span>chegando até sua conversão religiosa. E em todas essas situações, Bob Dylan possuía uma postura e um rosto, no que Todd Haynes usou de uma licença poética interessantíssima: para cada uma dessas fases, um ator daria vida e rosto ao personagem principal. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Assim vemos <i>Marcus Carl Franklin</i>, um garoto negro com sotaque de americano-nacido-em Minnesota, interpretando os primeiros passos e a inocência do cantor, que ainda não havia encontrado a direção que sua música deveria seguir, para então ser engolido por uma baleia e descobrir lá dentro que deveria cantar o seu tempo e as suas dores.<span>  </span><i>Christian Bale</i> interpreta o folk-singer, cuja carreira foi chancelada por Joan Baez (participação especial de Juliene Moore no papel), e cujas críticas em forma de poema eram exatamente aquilo que sua geração pedia; aquele que era denominado como <i>‘a voz do povo’.</i> Aliás, os pôsteres e fotos de Christian Bale imitando os primeiros discos e fotos públicas de Dylan garantem nota 10 à produção do filme. E não apenas por esse detalhe em particular, mas por toda a recomposição de diversos figurinos e situações registradas na história do músico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Acontece que, no coração de Bob Dylan as inquietações eram enormes. Para explicitar isso, Haynes nos mostra um alter-ego do cantor, autodenominado como Athur R-i-m-b-a-u-d, um dos poetas que o poeta talvez quisesse encarnar. <i>Ben Whishaw</i> interpreta essa espécie de consciência-suprema e onisciente, revisando seu próprio passado e tentando aprender com os próprios erros.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Entra em cena também o melhor de todos os Dylans: <i>Cate Blanchet</i>. Ela interpreta o músico em sua fase rock, em sua conturbada turnê inglesa e o acidente de moto que o fez dar um tempo da estrada. É ela também quem encarna a guerra de nervos entre ele e um apresentador da BBC de Londres (cujo verdadeiro nome, eu desconheço) e sua troca de farpas. Ela é a porta-voz dessa inquietação interna do músico, que em algum momento pergunta ao entrevistador “e é você quem deve me dizer o que devo sentir?”, quando o então astro foi questionado sobre uma possível falta de coerência entre as letras politizadas de seus sucessos folk e sua chegada ao estrelato pop com letras que versavam sobre amor, dor, bebedeiras e carroneiros, temas esses considerados irrelevantes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>É dela também uma das primeiras cenas, a que vemos Dylan no caixão, teoricamente sendo dado como morto, talvez numa alusão a seus diversos sumiços ou recolhimentos, nos quais ele voltava a ser qualquer-um, usando sempre um nome diferente. Aliás, voltando a falar de Blanchet, o filme é dela. Quem disse que ela poderia ser um bom Bob Dylan, merece meu respeito.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>E, em meio a isso tudo, </span>o filme mostra também a vida cotidiana do senhor <span>Robert Allen Zimmerman (nessa fase, sendo interpretado por <i>Heath Ledger</i>), seu casamento mais longo (com Sara Lownes, interpretada por <i>Charlotte Gainsbourg)</i> e seus problemas pessoais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Ainda temos Richard Gere, num momento Dylan-homem-comum, defendendo a cidade onde vive de um extermínio brusco, em troca da construção de uma estrada de 4 pistas. E Christian Bale interpretando o Dylan-convertido, que depois de tantas discussões com <i>O Próprio</i>, resolveu entregar-se a ele.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Todas essas passagens misturam-se na tela, sem preocupações com o que veio no final ou no começo, marcando o tempo no filme com as mudanças do próprio personagem e sua música.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Vale ressaltar ainda: A forma do filme, em alguns momentos imitando aqueles documentários de tv sobre a vida dos famosos; O encontro de Dylan-Blanchet com outro poeta que o inspirou, Allen Ginsberg; o encontro entre ele e os Beatles, numa cena hilária; seu envolvimento mal-sucedido com uma famosa mulher, chamada no filme apenas de Coco e interpretada irreconhecivelmente por Michelle Williams; e a frase que empunhava na maleta de seu velho-violão: Essa máquina mata fascistas! Todo um universo reproduzido com delicadeza, e alguma liberdade poética, com certeza. Mas o próprio Bob Dylan-Dylan aprovou o filme, e tudo está muito bem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span><span> </span>Como final, fica a dica de Dylan-Rimbaud, para aqueles que estiverem um dia em seu lugar, ou em algum patamar um pouco abaixo, porém não menos complexo: <i>Nunca crie nada! Você será eternamente perseguido por isso!</i></span></p>
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